Nova reforma da previdência atinge homens e mulheres

Neste artigo
Uma nova reforma da previdência está em estudo no governo federal e pode elevar a idade mínima de aposentadoria para 67 anos, igualando homens e mulheres, urbanos e rurais.
A proposta, coordenada pelo economista Paulo Tafner, prevê também migração parcial para a capitalização previdenciária.
Na prática, a mudança atinge trabalhadores da iniciativa privada, MEIs, servidores públicos e segurados rurais. A equiparação entre os sexos seria gradual, e a economia projetada chega a 7% do PIB nas próximas décadas.
Neste artigo, você entende quem seria afetado, como funcionaria o sistema nocional no INSS, o bônus por filho e os próximos passos da proposta. Para acompanhar temas ligados aos direitos do trabalhador, confira o portal trabalhista do escritório.
Idade mínima subiria gradualmente para 67 anos para ambos os sexos
A proposta prevê nova idade mínima de aposentadoria de 67 anos, igual para homens e mulheres. Hoje, homens se aposentam por idade aos 65 anos e mulheres aos 62. A equiparação seria feita de forma progressiva, sem mudança abrupta para quem está perto de se aposentar.
O aumento seguiria uma regra de transição escalonada: a idade das mulheres subiria alguns meses por ano até alcançar a dos homens, e depois ambas avançariam juntas até os 67. Quem já cumpriu os requisitos atuais mantém o direito adquirido e não seria afetado.
|
Grupo |
Idade mínima atual |
Idade mínima proposta |
|---|---|---|
|
Homens |
65 anos |
67 anos |
|
Mulheres |
62 anos |
67 anos |
O argumento central dos formuladores é o envelhecimento acelerado da população brasileira, que pressiona as contas do INSS. Antes de qualquer mudança, vale entender como funcionam as regras vigentes: confira o guia completo sobre aposentadoria por idade no portal do escritório.
Fique por dentro de tudo
Receba as notícias mais importantes diretamente no seu e-mail.
Prometemos não enviar spam. Cancele quando quiser.







