A dor nas costas é uma sombra muito pesada que persegue o trabalhador braçal que já cruzou a difícil marca dos cinquenta anos. Acordar com a coluna lombar travada e sentir fisgadas terríveis não é frescura ou preguiça passageira de segunda-feira. Esse enorme sofrimento contínuo, muitas vezes, carrega um nome médico que assusta: a discopatia degenerativa.
Muitos idosos honrados engolem a dor seca e continuam batendo o cartão na fábrica por puro e enorme medo de perder o salário. Destaca-se que tentar ser forte o tempo inteiro enquanto a coluna grita por socorro urgente apenas agrava a grave inflamação oculta nas juntas.
A discopatia degenerativa não aceita teimosia de ninguém e exige que o cidadão trabalhador puxe o freio de mão imediatamente na sua rotina. Conhecer a fundo esse problema doloroso é o único caminho seguro para buscar o alívio merecido e proteger o seu futuro financeiro familiar.
Entendendo o grande desgaste na sua coluna: discopatia degenerativa
Para compreender o problema de um jeito muito simples, imagine que a sua coluna é um empilhado de pequenos ossos muito fortes. Entre cada um desses ossos, existe uma almofada macia e cheia de água que serve para amortecer os grandes impactos do dia a dia.
Com o avanço natural da idade madura e o serviço pesado contínuo, essas almofadas ressecam, racham e perdem a sua altura original rapidamente. A discopatia degenerativa é exatamente esse processo cruel de envelhecimento e desgaste acelerado dos discos da nossa coluna vertebral cansada.
Quando a almofada natural seca de vez, os ossos duros começam a raspar uns nos outros e a esmagar os nervos muito sensíveis. Esse atrito constante gera uma dor aguda que irradia para as pernas e tira toda a firmeza e o equilíbrio do trabalhador sênior.
Percebe-se que a discopatia degenerativa transforma os atos mais simples, como varrer o chão de casa, em uma verdadeira e terrível tortura. O corpo humano não é de ferro maciço e essas peças fundamentais não duram para sempre sem o devido e sagrado repouso diário.

As raízes cruéis e as causas desse sofrimento
A grande e principal causa desse problema doloroso é o excesso brutal de carga que o cidadão carregou durante toda a sua juventude.
Ficar longas horas em pé ou abaixar de mau jeito repetidas vezes nas obras destrói lentamente a saúde da nossa preciosa coluna. Nota-se que o corpo inteiro costuma falhar junto, misturando as dores nas costas com o forte desgaste nas outras juntas também muito fragilizadas.
Não é nada raro o paciente idoso também descobrir uma dolorosa condromalácia patelar no joelho, somando ainda mais sofrimento à sua triste e dura rotina.
Quando as pernas falham de vez, o idoso precisa ficar muito atento aos dolorosos sintomas de condromalácia patelar que pioram tudo rapidamente.
Ter a coluna travada e os joelhos raspando os ossos é uma cruz pesada demais para qualquer homem honesto e batalhador conseguir carregar. O peso gigantesco das caixas do estoque e a falta de um equipamento de segurança adequado na firma cobraram a fatura muito cara.
O tratamento e a busca pelo grande alívio
A cura mágica e instantânea não existe, mas o tratamento médico correto devolve a paz de espírito e a qualidade de vida diária.
O primeiro e mais importante passo sempre será o afastamento imediato daquela atividade pesada e repetitiva que causou todo esse enorme estrago físico.
O médico ortopedista receitará fortes remédios de farmácia para apagar o incêndio da inflamação e relaxar a musculatura totalmente tensa das suas costas.
Tratar a discopatia degenerativa exige muita disciplina, enorme paciência e a realização de sessões semanais de fisioterapia para fortalecer o corpo debilitado.
Colocar bolsas de água bem quente na região lombar ajuda bastante a aliviar a forte tensão muscular no fim de um longo dia. Além disso, perder peso na balança é muito necessário para diminuir a carga cruel que esmaga os discos que já estão muito doentes.
Direitos federais, INSS e a justa aposentadoria
Quando a longa fisioterapia não resolve e a dor impede definitivamente o trabalho braçal, o repouso pago pelo governo torna-se direito obrigatório.
A lei brasileira garante que o doente diagnosticado com discopatia degenerativa severa receba o auxílio-doença enquanto não puder voltar para a sua fábrica.
Levar exames de ressonância magnética novinhos e laudos perfeitamente escritos é a sua maior e melhor garantia contra a negação do perito oficial. O sistema público costuma ser muito frio e só aprova o benefício mensal com provas concretas e irrefutáveis do seu grande limite físico.
Se o dano articular for considerado totalmente irreversível pela junta médica federal, a tão sonhada aposentadoria por invalidez será o caminho legal natural. Nessa modalidade especial por doença grave, o trabalhador foge das cruéis reduções salariais impostas pelo temido Fator Previdenciário da nossa atual lei.

Buscando o amparo legal sem nenhum medo
Enfrentar a forte burocracia governamental sozinho enquanto sente dores crônicas nas costas é uma imensa covardia com o cidadão doente e muito idoso.
Procurar a orientação técnica de um excelente advogado especialista em direitos do trabalhador evita que o posto do INSS negue o seu pedido.
Não sinta nenhuma vergonha de cobrar aquilo que você passou a vida inteira pagando com os pesados descontos mensais no seu antigo holerite. A dor crônica nas costas é um claro sinal vermelho de que a sua imensa missão nas exigentes linhas de produção finalmente acabou.
Valorize a sua frágil saúde, cuide da sua dedicada e amorosa família e exija o seu merecido repouso com a cabeça muito erguida. Viver a velhice sem dores absurdas e com o futuro financeiro garantido pelo governo é a sua mais bela e justa recompensa final.

















