Os Transtornos Específicos de Personalidade podem gerar benefício previdenciário quando realmente comprometem a capacidade da pessoa de continuar trabalhando normalmente.
O INSS não analisa apenas o diagnóstico médico. O principal ponto observado é como aquela condição afeta a rotina profissional do segurado.
Em muitos casos, a pessoa começa a ter dificuldade de concentração, crises emocionais frequentes, problemas de convivência no ambiente de trabalho e até episódios de isolamento social.
Com o passar do tempo, manter uma rotina profissional acaba se tornando extremamente difícil. Quando existe incapacidade temporária, o trabalhador pode solicitar benefício por incapacidade temporária. Já nos casos mais graves e permanentes, pode haver análise para aposentadoria por incapacidade permanente.
Quem possui Transtornos Específicos de Personalidade normalmente precisa passar por perícia médica para que o INSS avalie o grau da incapacidade profissional. Essa etapa costuma gerar bastante ansiedade porque muitas pessoas têm dificuldade de explicar aquilo que sentem emocionalmente.
O que o INSS costuma analisar nesses casos?
Durante a perícia, o médico analisa laudos psiquiátricos, receitas, exames, histórico de tratamento e relatórios psicológicos. Quanto mais detalhada estiver a documentação, maiores costumam ser as chances de uma análise adequada.
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